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A saga de Anette, a engolidora – cap. I

agosto 24, 2009

A saga de Annete, a engolidora é uma novela pornô que revela os bastidores de quem encarou as maiores piças da história do sexo oral e voltou para contar a história. Quilômetros de vara ponteados por baldes e baldes de porra: percorra essa estrada com nossa heroína.

Sabe quando alguém chega ao topo de suas realizações e não tem ninguém que possa superar você a não ser você mesma? Esse é o meu caso. Sei que não deve ter outra mulher no mundo que consegue praticar garganta profunda como eu consigo, mas sempre me imponho novos desafios. Se bem que depois de minha última experiência, talvez nem euzinha consiga me superar.

Minha carreira começou cedo. No meu bairro, não era difícil espiar pelas vielas e casas as vizinhas mais velhas mamando enormes varas em seu expediente de trabalho noturno. Via que algumas superavam as outras no tamanho das piças que conseguiam engolir. Aquilo era um verdadeiro show para mim: engolidas, engasgadas, enormes fios de baba, às vezes alguns vômitos. Não entendia ainda o que acontecia comigo, mas quando já era mocinha descobri que ficava mesmo era excitada. Depois de mocinha, me masturbava noites seguidas lembrando e assistindo a essas cenas.

Depois de pegar meu primeiro caminhoneiro, já comecei a fazer fama com meu apetite voraz. Tanto foi assim que só depois de dois anos fazendo programa consegui dar minha bucetinha. Todos os homens gozavam nas preliminares, quando me viam engolir seus paus até as bolas sem piscar. E mesmo em sessões de sexo grupal era difícil alguém meter na minha xota: todos ficavam em fila com medo de perder a vez no boquete.

Mas comecei a enjoar da turma do posto de gasolina. Alguns me comiam muito gostoso, mas demoravam para voltar. Outros só queriam saber de me fazer engolir, era difícil convencê-los a brincar com minha xota ou até mesmo com meu cuzinho. Então me mudei para a cidade e me preparei para novos desafios. Queria ser a maior engolidora de paus que o mundo já viu.

continua na próxima semana...

Magali

agosto 17, 2009

Magali era uma vontade de amar. Uma discreta massa de carne de um metro e oitenta, a pança molhada na pia vez em quando raspando o fogão. Mais duas largas gotas de suor do cabelo espesso ganham a testa enquanto ela prova o arroz e dá uma colherada num molho meio rosado, uma espécie de iogurte quente de tomate. Alexandre assiste a tudo do sofá, todo nu, com o pau ainda babado de porra, sentindo o calor em cada poro, a bunda e a parte alta das costas já grudadas e tomando a textura do sofá. Agora via Magali deitar a lata inteira de milho na panela do molho. O ventilador soprando e ressoprando o ar morno de sexo da sala. Magali tira uma caixa de papelão do congelador. Fica algum tempo estudando as instruções de como fritar nuggets.

A noite era de um calor agressivo e persistente. O suor escorrendo sem trégua, Magali nua e ainda um pouco bêbada fingindo saber cozinhar, e ele adiando o basta que já deveria ter dado ao relacionamento há pelo menos uma semana. Não entendia e nem procurava entender, mas aquele clima todo de desconforto e derrota agora lhe dava uma excitação imensa. Com o pau já latejando, ele se aproxima de Magali. Ela sorri servil. Ele lhe dá um leve tapa no rosto, agarra seu cabelo como quem maneia um potro, fazendo-a virar de costas e encostar o rosto no azulejo frio da parede da cozinha. O torpor que trazia a noite abafada parecia aumentar o prazer de se entregar cegamente a ele. E ele aumentava sua urgência de devorá-la ao unir seu corpo já úmido àquela massa de suor.

Postado por Fodastino Barreto