Archive for the ‘Vida a dois’ Category

Donos de casa

fevereiro 12, 2008

Muito se ouve falar da inversão de papéis na vida conjugal contemporânea. Que as mulheres vão trabalhar e os homens ficam em casa cuidando das crianças, e blá blá blá, blá blá blá, blá blá… Mas o Pernas Abertas não vai entrar nessa onda de ficar falando e falando, aqui o pessoal dá no couro, mata a cobra e bate com o pau em cima da mesa! É por isso que postamos essas fotos, não só para mostrar que os homens dão conta dos afazeres domésticos, como também o fazem com maestria.

A seguir, veja como um rude e bárbaro estudante de comunicação – em férias – pode revolucionar o apartamento de uma doce e atarefada estudante de engenharia – de estágio em tempo integral:

trilho antigo trilho novo

O trilho de plástico e o novíssimo trilho comprado com 30% de desconto numa loja de artesanato mineira, com direito a arranjo de flores

pano tapete

O pano velho que servia como tapete da cozinha e o novo tapete também comprado pelo namorado na mesma loja dos mineiros

louça suja

A louça do café de hoje de manhã ainda suja…

louça limpa

e a louça já lavada no escorredor. Repare que a tampa lixeiro combinado com o escorredor também é criação do namorado, assim como o cesto de pão comprado de um índio gente fina pra caramba por R$ 4,00 e mais um cigarro aceso.

Continue acompanhando o Pernas Abertas e descubra outras proezas que só um macho pode fazer por sua casa.

Inhé e Izinho

dezembro 9, 2007

Gente todo mundo conhece o casal inhé e Izinho. Sim. Aqueles que bateram o olho um num outro, e… pracabú! Voltam ao primeiro estágio! Mais conhecida como infância. Porquê?

Well, não sei, de certo para incomodar os outros, para demonstrar que têm mais amor, mais carinho, mais cumplicidade, mais, mais, mais tudo -!!!!!! -, que o resto da população em redor.

Só que a gente tem a ingrata tarefa de falar para os ditos chatos que não! Eles não causam inveja, todo mundo adora ver gente feliz, mas não suporta conviver com gente chata!

 

Não é cena de sitcom americano não, falando com conhecimento de causa! Não é de vez em quando… a cada 1hora que seja… é 24 horas por dia!! Não há paciência. Mas o que incomoda mesmo, é que tu é um ser humano do bem… gosta das pessoas… e por mais frontal que tu seja, não tem como dar aquela dica de amiga, sem parecer dor de cotovelo. Tu vai driblando a aflição, cada vez que tu escuta – quidinho, cutocuto, inhé – . Só que aquilo vai acumulando, porque, e isso eu juro, começa a provocar uma aflição, parece que alguém ta muito doente, troço maligno, sem cura, eterno!!!

De repente, o que era irritação, vira compulsão por violência. Uma vontade louca de sacudir o ser humano com muita força, cada vez que tu escuta “- inhé, paxa o axucar!!

Tu quase grita : “- fala direito porra!” Seria o teu grito de liberdade. Mas tu se segura…a amizade fala mais alto, a maldita amizade. Mas a angústia pode chegar a tal ponto, que tu chega a pensar que já nem gosta tanto da amiga (o) assim. É puro respeito pelo direito de expressão dos outros, que ta até na constituição.

E aí? Vocês querem saber? Vocês começam a fugir do casal. Hehehhe. O fulano vai, tu tem dor de cabeça. A fulana vai, tu tem trabalho da Clarice para entregar. No meio dessa estratégia de paz e saúde mental, tu vai rezando para o namoro acabar, para tu ter tua amiga (o)de volta a linguagem normal, e assunto banal também, porque mesmo quando tu consegue encontrar ele/ela sem o inhé e izzinho, o assunto continua sendo o ( a) ausente.

Agora, pior é pensar como é que transam?!! Imagina, na hora do peak do tesão, eles vão falar:

– inhé XXÇ#@*&…izinho #@!*&¨% … NÃO TEM COMO! Matou o clima.