Cooperativa do sexo

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Não é no mundo todo que o comércio do sexo é relegado a caso de polícia, sem políticas públicas adequadas. No Canadá, por exemplo, um grupo que promove apoio aos trabalhadores do sexo estuda a possibilidade da criação de bordéis cooperativos.

Segundo essa matéria, a idéia é criar espaços que apoiem quem trabalha na prostituição e está sujeito à violência e ao uso de drogas. Seria possível então trabalhar longe da fiscalização policial – já que é crime viver de sexo no país – no período em que se estivesse no bordel de resguardo do vício ou de agressores. A cooperativa nasceu da preocupação sobre número de desaparecidos das ruas de Vancouver, onde se quer implatar o projeto: em torno de 60 pessoas em 20 anos. Nem imagino quantas vezes é maior esse número em algumas capitais do Brasil.

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