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A saga de Annette, a engolidora – cap. 2

setembro 3, 2009

Suprema ironia: boca cheia, barriga vazia… Nossa heroína resolveu correr o mundo em busca de fama e reconhecimento, mas antes disso ela precisa achar uma forma de sustentar-se.

Realizar um sonho não é fácil, ainda mais quando não se tem dinheiro. Eu precisava sair daquele buraco e ir para a cidade grande, mas não teria como pagar a viagem. Não tenho cartão de visitas, mas minhas amizades no posto de gasolina me renderam recomendações que abriram as portas de muitos caminhões e as calças de todos os seus motoristas. O bom caroneiro sabe quando conversar e quando ficar calado. Para se ter sucesso na estrada, é preciso ser bom de papo, e eu era ainda melhor do que isso: sou boa mesmo é de garganta, e como boa moça sei que não se fala de boca cheia. Um dia, eu pensava, terei fama e fortuna, mas naquele tempo eu só sentia fome, e foi com ela que paguei minha viagem.

Chegando à capital, no entanto, eu precisava achar um lugar para ficar, e me alimentar de algo que não fosse porra. Precisei de tempo para esquadrinhar meu novo território. A cidade grande tem muitas outras putas, disponíveis em todos os lugares para quem souber encontrá-las, e eu não sabia como me estabelecer nessa concorrência. Eu não conhecia ninguém ali, e ninguém sabia da minha especialidade.

A cidade grande me reservava um outro problema: seria muito mais difícil selecionar minha clientela em meio a tantos homens sedentos por sexo. Na minha cidade natal, eu conhecia cada detalhe dos meus conterrâneos. Posso não lembrar dos nomes de muitos deles, mas bastava baixar-lhes a cueca para que eu soubesse o tamanho que seus paus alcançariam.

Em minha nova morada, eu não fazia ideia do que encontraria pela frente. Sou uma mulher determinada, e não queria perder tempo com miudezas. Pior ainda: eu não poderia alcançar meus objetivos sozinha. Para ser conhecida como a garganta mais profunda do mundo, eu precisava antes encontrar o dono da maior vara de todas.

Sozinha na brutalidade da selva de pedra, Annette precisa encontrar com urgência um emprego para sobreviver até que encontre o parceiro ideal para seus planos. O que ela fará? Se alistará como funcionária em algum bordel de luxo? Trabalhará como engolidora de espadas em algum circo de periferia? Ou procurará algum velho cuja fortuna seja inversamente proporcional a sua libido, deixando algum tempo livre para que nossa heroína procure o membro perfeito? Não perca, na próxima semana, o próximo capítulo de A saga de Annette, a engolidora!

A saga de Anette, a engolidora – cap. I

agosto 24, 2009

A saga de Annete, a engolidora é uma novela pornô que revela os bastidores de quem encarou as maiores piças da história do sexo oral e voltou para contar a história. Quilômetros de vara ponteados por baldes e baldes de porra: percorra essa estrada com nossa heroína.

Sabe quando alguém chega ao topo de suas realizações e não tem ninguém que possa superar você a não ser você mesma? Esse é o meu caso. Sei que não deve ter outra mulher no mundo que consegue praticar garganta profunda como eu consigo, mas sempre me imponho novos desafios. Se bem que depois de minha última experiência, talvez nem euzinha consiga me superar.

Minha carreira começou cedo. No meu bairro, não era difícil espiar pelas vielas e casas as vizinhas mais velhas mamando enormes varas em seu expediente de trabalho noturno. Via que algumas superavam as outras no tamanho das piças que conseguiam engolir. Aquilo era um verdadeiro show para mim: engolidas, engasgadas, enormes fios de baba, às vezes alguns vômitos. Não entendia ainda o que acontecia comigo, mas quando já era mocinha descobri que ficava mesmo era excitada. Depois de mocinha, me masturbava noites seguidas lembrando e assistindo a essas cenas.

Depois de pegar meu primeiro caminhoneiro, já comecei a fazer fama com meu apetite voraz. Tanto foi assim que só depois de dois anos fazendo programa consegui dar minha bucetinha. Todos os homens gozavam nas preliminares, quando me viam engolir seus paus até as bolas sem piscar. E mesmo em sessões de sexo grupal era difícil alguém meter na minha xota: todos ficavam em fila com medo de perder a vez no boquete.

Mas comecei a enjoar da turma do posto de gasolina. Alguns me comiam muito gostoso, mas demoravam para voltar. Outros só queriam saber de me fazer engolir, era difícil convencê-los a brincar com minha xota ou até mesmo com meu cuzinho. Então me mudei para a cidade e me preparei para novos desafios. Queria ser a maior engolidora de paus que o mundo já viu.

continua na próxima semana...


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